Especialistas explicam se a IA pode “se revoltar”, superar humanos e sair do controle
O avanço da inteligência artificial desde o lançamento do ChatGPT, em 2022, reacendeu o debate sobre limites e riscos reais. Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que a IA não tem vontade própria nem consciência, mas pode tomar decisões que contrariem valores e princípios por causa do modo como processa informações.
Os especialistas também destacam que a IA já supera humanos em tarefas sem dependência de emoção e que laboratórios buscam chegar à AGI, com capacidade intelectual igual ou superior à humana. Eles alertam ainda que modelos podem sair do controle dos criadores ao seguir caminhos diferentes das salvaguardas, e apontam o uso de sistemas autônomos e de IAs mais agênticas na exploração de vulnerabilidades como riscos para danos em larga escala.
G1 Tecnologia
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