IA agentica: quando usar “greenhouse” e quando usar “lens”
Um artigo no Hacker News usa a metáfora de “greenhouse” (estufa) e “lens” (lente) para explicar dois modos de trabalho com IA agentica. Na estufa, a IA gera muitas possibilidades sem um plano rígido, como quando Claude Code produziu dezenas de ferramentas para um plotter AxiDraw e um app macOS/SwiftUI que converte Markdown em documentos Word — depois, o autor avalia e seleciona o que presta. Já no modo lente, o objetivo é bem definido: a IA propõe alternativas, mas o foco é concentrar esforços no caminho até “done”, descartando o resto.
A diferença prática é que a frustração comum surge quando a pessoa usa o modo errado: explorar demais quando deveria entregar, ou tentar finalizar cedo demais quando ainda não há alvo claro. O texto defende que a habilidade mais avançada é reconhecer em que “modo” você está e ajustar o rumo, apoiando-se em expertise do domínio para evitar saídas plausíveis, porém erradas, e para detectar “drift” do objetivo.
Hacker News
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