Boards passam a exigir repertório em IA; Saint Paul abre programa em SP
Dois terços dos conselheiros ouvidos pela Deloitte dizem que seus boards têm conhecimento limitado ou nulo em inteligência artificial. Ao mesmo tempo, a menção de experiência em IA no perfil de conselheiros cresceu de 26% para 44% em um ano, segundo a EY, e a discussão sobre IA nas reuniões passou a ocorrer com mais frequência: a parcela de conselhos que nunca tratou do tema caiu de 45% para 31%. Nos EUA, mais de 62% dos conselheiros reservam tempo da pauta para discutir IA, apesar da incerteza sobre o retorno do investimento.
Com a IA ganhando espaço na governança, a Saint Paul incluiu módulos sobre organizações data-driven, inteligência artificial e dilemas da transformação digital no Advanced Boardroom Program for Women (ABP-W). O programa, voltado a executivas C-level, diretoras e herdeiras, traz simulações de reuniões de conselho com casos reais e começa uma nova turma em 24 de setembro, na unidade Jardins, em São Paulo, com aulas presenciais e transmissão ao vivo online.
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