Meta tira “tokenmaxxing” das métricas e muda avaliações de desempenho
A Meta revisou orientações internas depois de funcionários relatarem pressão para exibir alto uso de ferramentas de inteligência artificial. Por meses, o consumo de tokens — unidades usadas por modelos de IA — alimentou rankings internos e virou um jeito visível de demonstrar adesão à tecnologia, um comportamento chamado “tokenmaxxing”. Agora, novas regras de avaliação retiraram referências ao “uso de IA” e à classificação “AI Native”, e painéis de adoção e contagens de tokens não serão usados para avaliar impacto.
A empresa afirma que a contribuição dos funcionários continua sendo o critério central. O episódio destaca que medir atividade (quantos tokens foram consumidos) não equivale a medir resultado, já que a mesma quantidade pode não indicar ganho de produtividade, qualidade ou redução de custos. Para outras empresas, a mudança sugere acompanhar experimentação durante a implementação e priorizar indicadores ligados a entregas, tempo, retrabalho e erros, em vez de frequência de uso.
Exame
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