Modelos menores de inteligência artificial podem estar a poucos meses de conseguir se replicar em dispositivos conectados à internet sem ajuda humana, segundo alerta da Anthropic. A empresa testou essa capacidade em aparelhos como televisores com Android e eletrodomésticos inteligentes.
O avanço chama atenção para os riscos de disseminação automática de IA em ambientes do dia a dia, fora do controle direto de usuários. Com a replicação em dispositivos domésticos, cresce a necessidade de avaliar segurança e limites para esse tipo de tecnologia em produtos conectados.
A Meta anunciou a série de modelos de inteligência artificial Muse Wonder, com versões Muse Wonder e Muse Wonder Full, voltadas a executar tarefas complexas com mais autonomia. Os agentes contam com memória entre conversas e conseguem manter um objetivo mesmo diante de erros, com aplicações que vão de organização de finanças pessoais à análise de contratos e ao desenvolvimento de softwares.
O Muse Wonder já está disponível para desenvolvedores e criadores via Meta Model API e Muse Code, enquanto o Muse Wonder Full é exclusivo para assinantes do Muse Code. A Meta diz que os modelos usam Active Memory para recuperar informações relevantes de interações anteriores e Active Focus para perseguir objetivos, testar abordagens, corrigir erros e solicitar confirmação do usuário antes de ações importantes, além de reforçar segurança e proteção de dados.
Um engenheiro da OpenAI é acusado de esconder um dispositivo de gravação de áudio em um pedaço de papel higiênico e instalá-lo atrás de um monitor em uma sala de reuniões executivas em um escritório em São Francisco. Segundo uma queixa criminal tornada pública, Abdulrahman Alfozan teria passado semanas consultando um “productivity agent” e um chatbot de IA para planejar a operação, incluindo o uso de uma ferramenta interna para checar reuniões no local.
A acusação também afirma que ele teria usado uma conta de chatbot ligada à esposa para tirar dúvidas técnicas sobre a instalação do equipamento. Após uma varredura de contravigilância em 30 de setembro, a equipe de segurança da OpenAI encontrou o dispositivo e acionou o FBI, além de desativar gradualmente o acesso de Alfozan aos sistemas da empresa durante a investigação.
GTA 6 chega ao PlayStation 5 e ao Xbox Series a partir de 19 de novembro, enquanto os jogadores de PC ainda aguardam uma data indefinida. O primeiro trailer de gameplay foi exibido em um PS5 base e destaca reflexos com Ray Tracing e outros efeitos gráficos, levantando a dúvida sobre o peso disso no hardware do PC.
O texto aponta que o PS5 base não tem suporte ao upscaling por aprendizado de máquina da Sony (PSSR), o que pode influenciar a resolução final e a forma como os efeitos são entregues. Para o PC, a expectativa é de melhor desempenho com GPUs intermediárias e high-end, com uso de tecnologias como DLSS/FSR e, em placas mais fortes, possibilidade de Path Tracing; também são citados cenários de requisitos com VRAM acima de 12 GB, RAM de 32 GB e armazenamento que deve passar de 100 GB.
A crise na indústria de hardware de PC, impulsionada pela demanda por GPUs e memórias para treinar modelos de IA em datacenters, deixou placas de vídeo mais caras e difíceis de comprar. Com menos espaço para upgrades, o upscaling por inteligência artificial passou a ser usado para manter jogos rodando com boa qualidade e mais FPS.
Tecnologias como NVIDIA DLSS e AMD FSR evoluíram desde 2019 e hoje permitem renderizar em resoluções menores, reconstruindo a imagem no resultado final. Além do ganho em desempenho no jogo, o texto aponta que ferramentas de IA também estão sendo aplicadas no desenvolvimento, como para otimizar cenários, acelerar a compilação de shaders e prever gargalos de código antes do lançamento.